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•Outubro 17, 2008 • 1 Comentário

Had I the heavens embroidered cloths,

Enwrought with golden and silver light,

The blue and the dim and the dark cloths 

Of night and light and the half-light, 

I would spread the cloths under your feet.


But I, being poor, have only my dreams;

I have spread my dreams under your feet;

Tread softly…because you tread on my dreams.

– William Butler Yeats


European Touring Car Cup (ETCC)

•Outubro 26, 2009 • Deixe um comentário

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A Persistência da memória – 5º Capítulo, Illa Arousa

•Outubro 10, 2009 • Deixe um comentário

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A Persistência da memória – 4º Capítulo

•Outubro 10, 2009 • Deixe um comentário

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Red Bull 1

Red Bull 2

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Cuba: um paraíso perdido no Tempo

•Outubro 10, 2009 • Deixe um comentário

No início deste mês viajei até Cuba.

A chegada deu-se no aeroporto de Varadero o qual, pelas suas reduzidas dimensões, recorda-nos que não estamos mais na Europa. A entrada no país principiou com a presença de militares, uma fila para apresentação do visto e do passaporte, cães a farejarem a bagagem e, para quem se faz acompanhar do “melhor amigo” ou outro animal, a quarentena.

À saída do aeroporto não existem outros construções, apenas um parque de estacionamento onde se encontram os autocarros (modernos) das agências de viagem e alguns táxis. Durante o percurso até Havana, em autocarro, de duas horas, uma guia forneceu diversas informações a reter:

1. A cidade é segura devido ao pesado código penal, não existindo, regra geral, roubos ou qualquer outro tipo de criminalidade; contudo, “no es el paraiso…”.

2. A moeda divide-se entre o Peso Cubano, a moeda oficial para os locais (cuja exportação é proibida) e o Peso Cubano Convertivél (CUC) para os turistas. O euro é aceite em praticamente todos os locais turísticos e os cartões de crédito nos hotéis são, regra geral, igualmente válidos, embora pressuponham o acréscimo de uma taxa de 11%.

3. É frequente os cubanos interpelarem os turistas na rua, propondo visitas. Note-se que não são guias “oficiais” (apesar de permitirem conhecer a verdadeira Havana).

4. A matrículas do automóveis variam de acordo com a sua cor, sendo as azuis recomendadas por serem do Estado. Nem sempre o taxímetro se encontra ligado, sendo, portanto, recomendável discutir o valor do serviço antes do mesmo iniciar.

La Habana

Na minha opinião, uma cidade decadente e bela. A interessante arquitectura caracteriza-se por fachadas imponentes, colunas nas varandas, janelas luminosas, pés direitos altos e pinturas, creio, outrora apelativas. Note-se que Havana foi considerada, no período anterior ao comunismo de Fidel, a mais bela cidade das Caraíbas.

Hoje, não mais é do que os sórdidos e sombrios escombros de um povo afundado na miséria que habita edifícios sem qualquer tipo de manutenção, evocando, somente, o passado distante. De acordo com a reportagem de uma conceituada revista internacional, há casas-de-banho cujas sanitas funcionam apenas com baldes de água, banhos quentes apenas com água aquecida à parte e pedaços de jornal usados como papel higiénico. De acordo com a mesma reportagem, artigos de higiene são considerados um luxo na ilha.

Os Cubanos são, desta forma, um povo com um escasso poder de compra que enfrenta problemas reais no seu dia-a-dia. Com a queda da URSS deu-se o final da ajuda soviética, no início da década de ‘90, sendo imposto o “Período Especial em Tempo de Paz”, marcado, essencialmente, pelo severo racionamento. O salário, o mesmo de sempre, demonstra-se ridiculamente baixo e o cesto de alimentos distribuído pelo estado dura, somente, entre uma a duas semanas.

Esta forma de vida leva a que o cubano encontre no típico turista algo mais – uma importante fonte de rendimento a explorar – daí as inúmeras abordagens na rua e a importância de tratá-lo (nos) correctamente. Uma simples fotografia junto a um velho carro americano é o suficiente para ser cobrado um peso, tal como uma informação que pode, eventualmente, exigir a mesma quantia.

Negócios ilegais paralelos representam  uma necessidade, destacando-se: venda de charutos, na rua,  com preços marginalmente inferiores, recepção de turistas em casas particulares, restaurantes (apelidados de “Paladar”), táxis que o não são e prostituição (jineteras, como são chamadas) – tudo vale na Cuba de Fidel.

Curiosamente, e ao contrário do que seria expectável em semelhante sociedade, o trabalho infantil não é visível. O estado estabelece o ensino obrigatório que, de acordo aquela reportagem, não é totalmente gratuito. Da mesma forma, a saúde, acessível a todos de forma gratuita, é, no entanto, algo burocratizado.

Todavia, através das janelas das casas e dos carrões ecoa a típica Salsa – é a musicalidade e o ritmo quase inatos de um povo que, tal como sucede no Brasil com o Samba, vive para dançar.

Fidel Castro

Numa conversa de café com cubanos compreendi a estranha dicotomia: apesar de criticado o regime, o povo nutre carinho por Fidel, já não ocorrendo o mesmo com o seu irmão Raúl. Entretanto, a frágil saúde do “comandante” é do conhecimento público, havendo, até, rumores da sua morte.

Quando tal suceder (ou for confirmado) é possível que se inicie um processo de transição o qual, de acordo com os mesmos cubanos, é esperado com o receio de quem desconhece  como poderá decorrer, com que características e de que forma se irá reflectir no emprego e no quotidiano.

Varadero

Também conhecido como “Playa Azul” e situado na província de Matanzas, Varadero constitui uma estância que permite aos turistas gozarem o que Cuba tem de melhor: o clima subtropical com uma temperatura média entre os 20ºC – 35ºC (dado a proximidade com o Trópico de Câncer), praias com algumas das águas mais limpas do mundo e uma temperatura média de 26ºC, assim como a bonita paisagem com as típicas palmeiras.

A não perder são as deslocações em catamaran aos Cayos (pequenas ilhas paradisíacas).

Os hotéis, nalguns casos com acesso directo a praias privativas (na prática são o, na teoria pertencem ao Estado) exploram aquelas características da melhor forma possível. Se o seu objectivo é relaxar e nadar em águas quentes e transparentes, passear por praias paradisíacas e beber uma saudável água de coco ao som da Salsa, então este destino é para si.

Galeria de Imagens 1 – Havana

Amanhecer em Havana

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Horizonte

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Rum: a bebida cubana por excelência

8

Pormenor do Capitólio

11

Exemplo da degradação de um edifício

26

Um carro típico

33

Charutos Cubanos

51

José Marti (Plaza de la Revoluición)

52

Um automóvel que se distingue entre os demais pelo aspecto cuidado

62

Palavras de Raul Castro

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A corrente eléctrica é de 110 v

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Abutres: habitam o ponto mais alto de Havana

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A cidade dorme (para alguns)

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Galeria de Imagens 2 – Cayo Blanco

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Galeria de Imagens 3 – Varadero

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Imagem da Semana (3)

•Maio 11, 2009 • Deixe um comentário

Incêndio

 

     Um bombeiro luta por salvar uma casa em chamas.

     Local Santa Barbara, Califórnia, Estados Unidos da América.

     Data  6 de Maio de 2009

     Fotógrafo Mario Anzuoni

 

Imagem da Semana (2)

•Janeiro 30, 2009 • Deixe um comentário

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    Retornados Afegãos descansam. 

 

   Local Ghorian, distrito de Herat, a Oeste de Kabul

   Data 27 de Janeiro

   Fotógrafo Ahmad Masood 

Expectativas para um Presidente

•Janeiro 24, 2009 • Deixe um comentário

 

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Actualmente, todos os países seguem o percurso de Barak Obama e nele depositam as suas expectativas para um melhor mundo.

Desta forma, o cerne da questão não poderia ser outro que não este:

Estará o 1º presidente afro-americano dos Estados Unidos da América ao nível das expectativas?

A minha resposta é simples: não.

Com os problemas que tanto os E.U.A., como o mundo, atravessam, todos procuram um messias – e é precisamente isso que vêm em Obama, um salvador cuja definição se baseia no oposto ao anterior Presidente e aos seus erros, enfatizando o que de melhor possui a América.

Não coloco em causa Obama, até porque é demasiado cedo para comentar as suas opções, o que sim receio são as expectativas geradas em seu torno.
O novo presidente possui uma herança demasiado forte: recessão, encerramento da prisão de Guantanamo, retirada das tropas do Iraque, reforços no Afeganistão e crise no Médio Oriente – estes são os primeiros reptos que terá de enfrentar.

Devemos compreender que não poderá terminar com a poluição que a todos nos afecta, mas acredito que irá contribuir ao fomentar o estudo de soluções para a sustentabilidade do Planeta; da mesma forma, não vai abolir ainda a criticada pena de morte mas, já demonstrou proibir a tortura.

Considero que esta é a visão mais correcta. Seguindo a mesma lógica, não pessimista, mas sim consciente, considero que o facto de Obama ter sido eleito o 44º presidente dos EUA não é sinónimo de uma melhor América mas, e desde já, de uma mais bem vista América pelos outros países que agora acreditam num país com melhores valores.

 

Imagem da Semana

•Janeiro 23, 2009 • Deixe um comentário

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Após um temporal o navio russo Sinegorsk perdeu mil e quinhentas toneladas de madeira, a qual deu à costa, onde agora uma mãe e o filho caminham. 

 

Local Ramsgate, no Sul da Inglaterra

Data da fotografia 22 de Janeiro          

Fotógrafo Luke MacGregor

Nova Secção: Imagem da Semana

•Janeiro 22, 2009 • Deixe um comentário

Trata-se de um espaço que em sites de agências noticiosas é algo de “obrigatório”.

Seguindo a máxima, por vezes posta em causa, que uma imagem vale mais que 1000 palavras, irei seleccionar semanalmente uma fotografia.

the good night recria, desta forma, um elemento que caracteriza agências de referência divulgando algo de pertinente na área do foto-jornalismo.

•Janeiro 16, 2009 • Deixe um comentário

 

 

A sua origem não é conhecida. Alguns autores referem que surgiu provavelmente no Antigo Egipto.

Trata-se de sistema de sabedoria criado entre 3500 a 2.000 anos atrás.

Aqueles que o compreenderam mantiveram-no secreto durante extensos séculos.

Considerado por psicólogos como uma mera pseudo-ciência, dificilmente se encontram estudos científicos publicados. Quaisquer críticas apresentadas rapidamente são refutadas com alegações de teorias da conspiração.

 

O ENEAGRAMA

Intitula-se de ENEAGRAMA e consiste num processo que descreve a queda e a ascensão possível da consciência humana, segundo nove padrões distintos. Descreve, desta forma, o modo como a perda das virtudes conduz a vícios emocionais, fixações mentais e, também, como a perda do Instinto Puro conduz à construção de estratégias instintivas de sobrevivência em três sectores: Auto-preservação, social e sexual (chamados de subtipos ou variantes instintivas, conforme o autor).

Este sistema indica que, todos nós, possuímos um pouco de cada uma daqueles aspectos de acordo com a situação, sendo que optámos e desenvolvemos uma delas.

Com efeito, cada indivíduo poderá conter traços dos nove pontos do Eneagrama, porém possui apenas um só Tipo, o qual não sofre mutações. Há, entretanto, mudanças dentro de cada um, consoante os diferentes níveis de desenvolvimento e consciência.

De acordo com a “Wikipédia” aqueles que têm conhecimento do Eneagrama concluem que ele é um sistema altamente profundo e preciso na descrição de comportamentos humanos. Mais do que uma tipologia, o Eneagrama é um mapa que mostra caminhos possíveis da evolução de nossa consciência, ou seja, da superação da paixão e da fixação de nosso tipo no Eneagrama.

Com o tempo, o Eneagrama vem se tornando mais conhecido por muitas pessoas e aplicado com sucesso por pessoas, grupos e importantes organizações. Quando bem aplicado, este sistema promove aceitação própria e aceitação mútua e orienta pessoas em seus caminhos de desenvolvimento pessoal, profissional e espiritual.

É possível encontrar diversos testes desenvolvidos por variados autores cujo resultado permite concluir qual o tipo inicial, se bem que deve ser a própria pessoa a definir tal através de exercícios de auto-observação.

Este sistema tornou-se conhecido quando G.I. Gurdjieff – mestre espiritual greco-arménio, aquando da sua peregrinação no Ocidente, mais especificamente em França e na Alemanha.

Posteriormente, o psiquiatra Chileno  Cláudio Naranjo, na cidade de Arica, no Chile, conjuntamente com participantes de um grupo seu, transmitiu este conhecimento a outras pessoas nos Estados Unidos da América e em centros específicos da América do Sul.

Como resultado, estudos e escolas de Eneagrama foram criados, tendo sido explorado este conhecimento.

 

Resumo dos nove tipos do Eneagrama

 

o  Tipo 1

Metódico, disciplinado e responsável, o tipo 1 do Eneagrama concentra a sua atenção no erro, isto é, no que requer correcção. É perfeccionista, reprime os seus impulsos e desejos de forma a manter uma postura correcta na vida. Dirige o comportamento dos outros e principalmente o seu próprio, demonstrando raiva quando se depara com a imperfeição, podendo demonstrar frustração.

No trabalho, o tipo 1 possui como pontos fortes a integridade, a responsabilidade, a busca da excelência, da justiça e da razoabilidade. Por outro lado, pode tornar-se inflexível, irritar-se com o padrão inferior dos outros e exagerar no perfeccionismo. Objectivo – Silenciar o seu exigente crítico interno e desenvolver a aceitação.

 

o  Tipo 2
 
Generoso, colaborador e atencioso, o tipo 2 tem tendência a concentrar a sua atenção naquilo que os outros desejam e necessitam, negligenciando as suas próprias necessidades. Procura ser indispensável para algumas pessoas significativas na sua vida e para isto transforma-se naquilo que estas querem que ele seja, numa estratégia de dar para então receber aprovação e aceitação.

No trabalho, possui como pontos fortes o apoio aos outros, a generosidade e a sua capacidade de gerar bons sentimentos. Por outro lado, pode focar excessivamente as necessidades dos outros, evitar conflitos e negar os seus próprios objectivos.

Objectivo – receber e dar apoio apropriado, tomando decisões com liberdade

 

o  Tipo 3

Auto confiante, eficiente e cheio de energia, tem a tendência de tornar-se o protótipo daquilo que esperam dele, focando excessivamente as tarefas e as metas, mas deixando de lado os seus próprios sentimentos. Enquanto foge do fracasso e procura a aprovação dos outros, tende a tornar-se muito competitivo, ambicioso, impaciente e dependente do trabalho.

Neste último, possui como pontos fortes a orientação para as metas, a postura de fazer acontecer e a confiança e optimismo. Por outro lado, pode enfatizar apenas a actividade e a eficiência, trocar sentimentos pelo sucesso e não pedir opiniões dos colegas.

Objectivo – prestar atenção aos relacionamentos e moderar o seu ritmo.

 

o  Tipo 4

Sensível, autêntico e criativo, o tipo 4 do Eneagrama tem a tendência de sentir que algo importante lhe falta, alimentando uma sensação permanente de perda. Altamente emotivo, o tipo 4 frequentemente desaponta-se consigo mesmo e com os outros. Pode rebaixar-se na comparação com as outras pessoas.

No trabalho, possui como pontos fortes o talento criativo, o idealismo apaixonado e a compaixão. Por outro lado, pode ter uma sensação de insuficiência, evitar compulsivamente o trabalho comum e rotineiro e sucumbir à oscilação emocional.

Objectivo – apreciar o que está presente e manter uma liderança firme, apesar da alternância de sentimentos.

 

o  Tipo 5

Inteligente, observador e com boas ideias, o tipo 5 tem tendência de se isolar das pessoas para ter privacidade e ser auto-suficiente, reduzindo desejos e vivendo uma vida simples. Substituindo experiências reais por uma vida mental, o tipo 5 passa a armazenar conhecimento e informações, observando o mundo à distância.

No trabalho, possui como pontos fortes a análise atenta e elucidativa, a calma nas crises e uma postura não invasiva. Por outro lado, pode tornar-se excessivamente analítico, desconectar-se emocionalmente dos outros, retrair-se e isolar-se.

Objectivos – sustentar a conexão com as pessoas e manter-se envolvido com a vida.

 

o  Tipo 6

Cauteloso, fiel e cooperativo, tem tendência de imaginar o pior, evitando aquilo que pode dar errado ou ser perigoso. Foge do risco e torna-se vigilante e ansioso, tendo dificuldade em confiar nas pessoas e nas situações. Tende a ser pessimista e a não reconhecer ou esquecer as coisas positivas que acontecem na sua vida.

No trabalho, possui como pontos fortes a lealdade, o questionamento revelador e a previsão de problemas e situações. Por outro lado, pode ampliar cenários negativos, procurar a certeza continuamente e duvidar de seu próprio poder.

Objectivos – construir a confiança e seguir adiante, apesar da dúvida e da incerteza.

 

o  Tipo 7 

Inovador, disposto e divertido, tem tendência a dispersar-se e buscar opções mais agradáveis em tudo o que faz, perdendo a concentração e, por vezes, os seus compromissos e vínculos. Esforça-se por contornar compulsivamente a dor e o desagrado mesmo que, para isto, tenha várias opções em aberto, assim como a vida em ritmo de aventura, racionalizando a maior parte de suas acções.

No trabalho, demonstra como pontos fortes o optimismo contagiante, as ideias, os planos criativos e o estilo igualitário e encantador. Por outro lado, pode distrair-se facilmente, tornar-se impaciente com limitações e esquecer o que é importante para os outros.

Objectivos –  manter compromissos e vínculos, reconhecer a dor e as limitações.

o  Tipo 8

Resoluto, determinado e autêntico, demonstra tendência de cometer excessos e exagerar no exercício do poder e da dominação. Esconde-se da vulnerabilidade e tem tendência em negar as suas fraquezas e de defender aqueles que são mais fracos. Habitualmente expressa raiva de maneira directa e confrontadora, podendo tornar-se intimidativo.

No trabalho possui como pontos fortes a franqueza e generosidade, o vigor e prazer no que faz. Por outro lado, pode invalidar as posições dos outros, negar as suas vulnerabilidades e optar por uma abordagem do tipo “tudo ou nada”.

Objectivos – aplicar poder e controle proporcionais às situações e valorizar as opiniões dos outros.

 

o  Tipo 9

Calmo, paciente e quase sempre favorável, perde-se nas agendas, pedidos e demandas das outras pessoas e esquece-se do que é fundamental para si próprio.

Evita o conflito e tem imensa dificuldade em responder “não”. Necessita da família e de conforto, contendo a sua energia e a sua raiva.

No trabalho – possui como pontos fortes a regularidade, a adaptabilidade e a capacidade de solucionar conflitos. Por outro lado, pode esquecer-se da sua própria importância, evitar o desconforto e tornar-se teimoso.

Objectivos – prioridades e limites e expressar suas próprias visões.